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Formas diversas de construção e desconstrução da imagem

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Retomando o que começamos a ver ontem nesse post, hoje falarei um pouco das diversas maneiras de construção e desconstrução da imagem. Acredito que nessa parte, precisa-se um pouco mais de atenção, porque apesar de simples (muito mais simples ainda pra quem já desenha), conta com vários pequenos detalhes que com certeza farão a diferença no resultado final.


Às vezes, por simplicidade da referência ou por destreza do artista, a desconstrução de uma imagem pode ser mais ou menos complexa, utilizando-se assim de mais ou menos formas de construção. Essas,  por sua vez, podem ou não ser espaciais – variar de quadrado a cubo; de triângulo a cone, por exemplo.



A forma mais rápida de síntese, apesar de bastante útil e eficaz em desenhos de rápida execução e finalização, exige mais esforço da LTM de quem desenha (fig. 1), já que o mesmo, na hora da finalização, terá menos tempo de fixação da imagem na mente, tendo em vista que terá que suprir a falta de algumas menos importantes marcações (vide formas de construção secundária, mais à frente).



No exemplo acima podemos ver como a utilização do mais complexo esquema de síntese melhor detalha os traços do cão e como nos dá uma melhor ideia de como prosseguir para manter as características reais do animal. No exemplo abaixo percebemos mesmo na imagem lapidada as formas que deram origem à cada parte do desenho. O loop também se faz presente aqui, quando vemos novamente a imagem desconstruída utilizando o conceito que vimos mais atrás de dissecação imaginária da imagem



Em contrapartida, apesar de demandar mais tempo de observação, a forma mais complexa de dissecação é extremamente eficiente quando o artista precisa (ou prefere) fazer o processo de lapidação após finalizar a desconstrução de uma variada quantidade de elementos numa composição, como pode acontecer num pôster ilustrado ou página de quadrinhos, onde geralmente as fases de esboço, arte finalização e colorização, são feitas não só em etapas separadas, mas comumente também, por três ou mais indivíduos.
Enquanto a primeira utiliza-se normalmente de formas básicas, eixos e linhas, esta por muitas vezes apresenta em sua composição, blocos de cubos, cones e prismas, além de todas as outras formas já mencionadas anteriormente.

Por hoje é isso. Continuamos no próximo post! Tem alguma opinião ou consideração para incluirmos no texto? Opine aqui nos comentários! Ainda estou aprendendo muita coisa em relação à didática. O maior desafio está sendo deixar-me entender... saber como falar com o leitor, então se a leitura ou os termos estiverem de difícil compreensão, ME AVISEM! Obrigado (:


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Graffiti Art

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Comecei a fazer graffiti art aos 13 anos, com ele conheci o design; conheci a ilustração. O graffiti me fez crescer como profissional e como ser humano; técnica difícil, em que não há nenhum contato entre a mão ou a ferramenta que o artista está usando com a superfície aplicada, de forma a tornar mais difícil noções como pressão aplicada.

    Tenho pintado pouco devido ao trabalho, mas o entusiasmo a cada nova pintura é aquele mesmo do primeiro graffiti, daquele mesmo do final de semana fazendo graffiti com os amigos ^^

   Aqui vai alguns de meus trabalhos:



Speed painting (graffiti) feito pelo ilustrador Max Motta no dia 19/11/2013 na praça da Savassi da capa do álbum "Até o dia em que o mundo acabar" da banda Supersanos.

Música: Supersanos - Trust nobody!




 (direita)


   Desenhando meu sobrinho Matheus

                                               Um dos primeiros


   Front da loja Alquimmidia/Rosewind - Caxangá, Recife

                       Apagado para dar lugar a propaganda política com menos de um mês

                                               Minha casa em 2009.



                                          Cult Hotel - Boa Viagem, Recife

                                                       2008

   Loja da Sherwin Willams Recife (junto com Zone-X e Skiper - 2007)


  Antigo, poucas cores disponíveis (violeta, azul médio, preto e branco) :T

   Madalena - Recife



   Este foi pichado no dia seguinte :T - sorte que tirei a foto quando terminei (junto com Skiper)

                   Antigo, poucas cores disponíveis (Pele, laranja, preto e branco) :T

  Antigo, superfície (parede) muito áspera :T



PS.: Slip = como eu assino nos graffiti's
       OSB = Sigla de "Os Brothers" (Crew*)
       -
       * Grupo de graffiteiros ou b.boys.

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A geometria espacial aplicada no desenho prático: parte 1

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APRESENTAÇÃO

No decorrer de todos esses anos desenhando, notei que meu cérebro veio sendo treinado a enxergar imediatamente após o primeiro contato visual com os objetos à minha volta, os mesmos dissecados, decompostos; ver as formas mais sintetizadas que compunham aquele corpo, como num mapa vemos as divisões espaciais que compõem os estados em um país, por exemplo; e ainda acima disso, o formato desse mesmo país. (ver fig.1)
                Já levando isso em consideração, aprendi a aceitar que desenho nada mais é que um jogo simples de memória, projeção visual, e literalmente falando, decalque, onde a imagem-referência (ou referência imagética) é “projetada” na mídia (papel, parede, etc), e como citado acima, o cérebro faz a decomposição geométrica da forma, para logo depois reconstruir esta mesma imagem - ou, nesse ponto “figura” - de uma forma mais rápida e com menos chances de desproporções – a mão faz um suporte à memória de curta duração (STM, abreviando-se do inglês Short Time Memory) passando somente e rapidamente aquilo que se pretende desenhar, mas ainda apenas representado em simples e complexas formas geométricas.
Assim temos:


Observação (da referência física ou não) > Síntese ocular (ou desconstrução da imagem) > Projeção > Reprodução (da imagem desconstruída na mídia – formas simples) > Lapidação > Artefinalização > Colorização.


Em seguida a memória de longa duração (STM em inglês, na tradução livre) entra em campo e faz sua parte: caçando nos “arquivos da mente” o que precisa para a lapidação do esboço geométrico (ou síntese), o resultado de todo o avanço até aqui. É válido lembrar que uma referência imagética pode poupar ou auxiliar o trabalho da LTM nessa etapa do desenho.

A lapidação, como chamo esta parte do processo, é para mim a fase onde toda a mágica acontece. Onde vemos o quão esplêndida e perfeita é a natureza das coisas. Ao ver, na maioria das vezes, o perfeito e harmonioso encaixe das formas decompostas com aquilo construído por ela. Por necessidade e vontade de compartilhar  para que todos os realmente interessados possam também contemplar aquilo que por muito tempo não enxergamos, que resolvi escrever este livro. Com isso talvez, passo a entender à nível do providência , o porquê de tanta dificuldade na infância graças à uma forte miopia por treze anos não diagnosticada: para que então eu pudesse desenvolver minha própria , mas adaptada forma de enxergar o mundo à minha volta e graças a este aqui, partilhar isto com o mundo.
Em resumo do que foi dito até aqui, temos o seguinte:
Obs.: Palavras sublinhadas indicam definição do termo num subtópico seguinte.
Projeção visual: Projeção mental que o cérebro num golpe de vista faz num papel ou superfície, tal como fosse um retroprojetor estampando “em forma de luz” uma figura no papel e permitindo ao artista saber exatamente o que vai e fazer, mesmo que despretensiosamente.



. Figura: Forma; imagem; o que está sendo desenhado e conseguintemente o resultado final do desenho;
Decalque : Método de cópia imagética que consiste na sobreposição de imagens com o auxílio de uma mídia transparente, onde recontorna-se numa mídia virgem a silhueta da imagem por baixo, criando assim um novo desenho.
2.2. Imagética: Que representa ou advém de uma imagem;
2.3. Mídia: Papel ou qualquer superfície que receberá um desenho.
3. Imagem- referência ou Referência Imagética: Representação ou guia referencial daquilo que se vai desenhar ou algo primitivo a essa mesmo objeto de desenho. Pode ser:
                               3.1 Física: Fotografia, paisagem morta, modelo vivo, modelagem e coisas do gênero usadas para uma representação mais fiel da imagem final. A referência imagética física (RIF) pode ser:
3.1.1. Fiel ou figurativa: Quando a referência é exatamente o que se vai desenhar, seja ela realista ou não.
Exemplo: Pegar a fotografia de um leão para desenhar um leão (realista ou não).
3.1.2. Primitiva: Quando a referência serve apenas de base para o que se vai desenhar, seja realista ou não;
Exemplo: Pegar a fotografia de um leão para desenhar um grifo; ou ainda a modelagem de um dinossauro para desenhar um dragão.
4. Memória de Curta Duração (STM): Do inglês Short Time Memory é o que muitos conhecem como memória flash. De fácil acesso, é usada para armazenamento de fatos não tão importantes, coisas do dia-a-dia, como o que você tomou no café da manhã de hoje ou que você tem que abastecer o carro, por exemplo; provavelmente você não se lembrará daqui a uma semana, mas são informações fáceis de lembrar, para ser mais simples.
5. Memória de Longa Duração (LTM): Também do inglês, quer dizer Long Time Memory e é utilizada para informações importantes e que por vezes tornam-se instintivas. Quer um exemplo? A data do seu aniversário, aprender a ler, que não se deve encostar num fio desencapado ou mesmo que o cãozinho da sua namorada não vai com sua cara. De difícil acesso, a LTM por vezes nos foge à memória, por isso é sempre importante sempre visitarmos alguns desses “arquivos escondidos”, o que só é possível exercitando-se a leitura, desenho observação. 





1. A referência: pode ser imagética ou mental (essa última, guardada na LTM);
2. Em caso de utilizar-se de referência imagética, acionamos a LTM. A memória fica guardada entre o tempo de observação até poucos segundos após começar a esboçar. Necessitando aí, de um novo golpe de vista na imagem referência;
3. A projeção: É feita pela mente. Nessa fase apresso-me em passar a síntese geométrica pro papel.
4. A reprodução: Procuro não por pressão na mão, tendo em vista que tudo o que será feito nessa fase será apagado posteriormente. Não deve-se dar tanta importância à perfeição das formas na hora de passar pra mídia. Rabiscos, rascunhos e linhas-guia são aceitos e bem-vindos aqui.


5. A arte finalização ou definição final da forma: Consiste na preparação do desenho para a colorização ou sombreamento. O exercício destas etapas juntas  e ordenadas, faz com que seja maior o “catálogo” de formas e imagens na LTM, o que na minha opinião, modela a versatilidade do artista. Aqui também podemos observar um loop no processo, tendo em vista que o primeiro item, pode começar com a consulta à mesma LTM.

Por hoje é isso. Continuamos no próximo post! Tem alguma opinião ou consideração para incluirmos no texto? Opine aqui nos comentários! Ainda estou aprendendo muita coisa em relação à didática. O maior desafio está sendo deixar-me entender... saber como falar com o leitor, então se a leitura ou os termos estiverem de difícil compreensão, ME AVISEM! Obrigado (:


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Ilustrações

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Rawr! Blog:




Clique aqui para conferir o blog na íntegra.

Chebado blog:



(clique para ampliar) 


Antônio Anastasia



Presente de Leonardo Portela, ilustra de Max Motta e modelagem de Igor Gosling.


Ilustração minha





Antônio Anastasia (Governador do estado de Minas Gerais) com o presente do ilustre 
Leonardo Portela, presidente do PR/BH.


Kama Sutra e wallpaper WTF:




Clique na imagem para ampliar

HQ La Pomme

Olá, pessoas!
É com enorme satisfação que venho vos apresentar o quadrinho que fiz pra @_lapomme_ : 





Trata-se do processo de pedido da loja, que desenvolve produtos totalmente personalizáveis! ou seja: únicos na sua maioria! =D
 O pessoal da La Pomme é parceiro de carteirinha aqui do Ui Lustre Max (: Excelência nos produtos garantidos por minha pessoa e por todos que já disseram: "Eu quero um produto La Pomme pra chamar de meu" ^^)

Clique AQUI pra ver o quadrinho na página da La Pomme (:




Mega Liga dos Designers Paladinos :B

Mega Liga dos Designers Paladinos. Projeto de quadrinho cômico que estou estudando a possibilidade de publicar. Fiz alguns personagens (começando comigo) (continua)


Veste Composta

Ah, tava querendo mudar meu estilo de croquis (ilustração de moda)...Ainda está em fase de estudo, mas vai misturar realismo, fantasia e formas geométricas ^^)





Esse aí é o primeiro (ideia não muito madura ainda :X), tem umas coisinhas erradas mas por favor relevem ^^X
 Fiz um speed paint dele:






O tubarão e o surfista

Concept pra um banner animado pra um site de uma academia aqui de Recife... O projeto final acabou ficando meio diferente ^^




Virou pixel art que eu mesmo fiz... ainda não tenho a imagem, mas assim que a conseguir posto por aqui.



Happy Birthday!






Semi Sépia

Acho que me custou umas 5 horas :|































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